Com esta autobiografia, Joaquim Nabuco, um dos principais militantes da luta pela emancipação de escravos, inaugura a memorialística brasileira.

É um livro generoso, de leitura saborosa. Fundamental para o conhecimento do segundo reinado. Relançado por uma casa de fora do eixo Rio-São Paulo, nesta sua edição bem cuidada, algumas passagens deixadas em francês pelo autor estão traduzidas. E aos méritos desta edição se credite a bela capa.

(Renato Bittencourt Gomes, Caderno Idéias, Jornal do Brasil, 16/09/95).

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