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Obra inacabada que narra, em forma de duas cartas que Emile envia a seu
mestre, o processo de desagregação da vida do casal que, no final do “Emile”
tinha tudo para ser feliz. As cartas não atestam, contudo, o fracasso da
pedagogia de Rousseau. Representam sua confirmação, pois o “aluno abstrato”
do “Emile” encontra um aluno concreto, um Emile escravo das próprias paixões
e dos laços de sociabilidade. (Milton Meira do Nascimento, Mais! Folha de São Paulo, 29/01/95). volta |